terça-feira, 3 de janeiro de 2012

E hoje tem Livro Aberto?? Tem sim senhor!!

A Cia. Teatro Livro Aberto hoje tem 07 espetáculos atuantes, sempre cheios de poesia, música e magia!
Com vocês, nosso repertório:


- LUSTROSA, A CANTORA MISTERIOSA
"Qual será o mistério dessa cantora de ópera do Teatro Municipal? Lustrosa é uma madame rica, mandona e muito arrogante. Em sua casa, tudo tem que ser muito orquestrado e do jeito que ela quer. Seu atrapalhado mordomo Carusinho se dobra e desdobra para satisfazer os desejos da famosa madame virando copeiro, cozinheiro e obedece sem pensar. Na casa também tem um gato letrado, que é meio acoelhado, uma orquestra, um teclado e um piano de cauda. Todos muito obedientes fazem tudo para agradar a prima dona do Teatro Municipal. Tudo tem que estar em perfeita ordem para os ensaios de Lustrosa. Senão...  Mas seu temido segredo é revelado e um crime inesperado muda todo o rumo da história. Quem será o principal suspeito? O que será que vai acontecer?”


- ZÉ VAGÃO DA RODA FINA E SUA MÃE LEOPOLDINA
“Imaginem um trem onde as personagens são vagões comandados por uma mãe locomotiva mandona, e um filho vagão bem preguiçoso e dengoso. Sem contar com um divertido e crítico Bruxo Jubiloso. No texto de "Zé Vagão da Roda Fina e Sua Mãe Leopoldina" Sylvia Orthof faz uma brincadeira com o nome da Estação Imperatriz Leopoldina, que unia o Rio de Janeiro, Petrópolis e Três Rios, dando nome a uma das personagens de Leopoldina."


- ERVILINA E O PRINCÊS
“Ervilina e o Princês conta a história de um príncipe, filho de um rei irreal, que morava no castelo da montanha de pedra lisa e cristal. O filho da rainha sente uma solidão imensa e deseja casar com uma moça que fosse sensível e delicada, como uma rosa, ou uma fada! Então aparece umazinha, toda pobre e esfarrapada, seu nome é Ervilina, mas muito delicada tal qual rosa, tal qual fada.”

- PONTO DE TECER POESIA
“O espetáculo mexe e remexe os fios da imaginação. Penélope vira “muié” rendeira, Ulisses aparece como Lampião, um cantador de feira brinca com o texto onde aparecem lendas brasileiras, fios, poesia e muita cantoria.”


- A VIAGEM DE UM BARQUINHO
No palco, desenrola-se um rio de pano. Sobre ele, as suas margens, as descobertas do menino, que perdeu seu barquinho de papel, em corredeiras de tule azul. Ele, como todos nos, é vítima da doce ilusão de que poderemos conservar sempre por perto aquilo que amamos, sem perdas, nem transformações. Fábula sobre o crescimento - ou viagem pelo não-esquecimento, pela fidelidade e pela amizade - e a aventura começa.  E começa também a jornada ao lado do menino, que chora e ri, canta e sonha, busca e encontra, fazendo novos aliados, à medida que percebe e amplia seus horizontes. Cresce o Barco em sua escapada, para realizar seu destino: conhecer o mar-oceano, cheio de perigos e mistérios. Cresce o menino, que busca o passeio, e aprende o futuro, onde tudo muda: água de rio e de mar, que nunca param de falar da liberdade essencial de ir e de voltar. E crescemos nós, na doçura e cada som e movimento, que vão ecoando, devagar, na peça de tule, feita para ser e parecer de brinquedo.”


- SE AS COISAS FOSSEM MÃES
“Uma homenagem a todas as mães, com muitas canções, inclusive clássicos da nossa música, como o rock, baião, frevo e outros ritmos latinos. Mães bruxas, fadas, ‘superprotetoras’, nordestinas e até mexicanas transmitem às crianças a constatação de que mães, mesmo aparentemente diferentes, têm muito mais pontos em comum do que se pode imaginar. Mães que sorriem, choram, fazem chás, sobremesas, beijam, cuidam e trabalham fora. Como canta uma das canções preferidas das crianças, “mãe vovó, mãe titia. Toda mãe é um pouco fada. Toda fada, mãe seria”.


- O CAVALO TRANSPARENTE
“Uma cigana Carmelita perde um vidro de perfume que tem dentro todas as tristezas do mundo: e se o vidro derramar? A cigana aflita procura o vidro, nessa procura conhece um cavaleiro Montaria, que corre mundo montado em seu cavalo transparente. Ele oferece ajuda na procura do vidro de perfume e Carmelita aceita a ajuda do cavaleiro. Com um pouco de imaginação ela monta Rocinante, o valente animal transparente. Durante essa viagem Cavaleiro e Cigana Carmelita cavalgam sobre o mar onde encontram vários personagens marítimos, uma ilha nada solitária e nada solidária, uma sereia gorducha e cleptomaníaca com seu ajudante aprendiz de sereio, Neto Netuno. Com a ajuda do Deus do mar, Netuno, o vidro é achado, mas acaba por derramar no mar, mesmo o acidente deixa uma mensagem: alegria e tristeza são partes inseparáveis de uma mesma viagem, de um mesmo sonho. Do processo de crescimento.”

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Contato:
Renata Garcia
(24) 22317167

renatagarcia29@gmail.com